terça-feira, 2 de junho de 2009

Oração

Não sou católica, porém cresci numa família que frequenta aquela religião. Acredito, entretanto em momentos com Deus (ou com um ser superior), seja com oração, com meditação... Acredito nessa comunhão entre Deus (ou como quiser chamá-lo) e o homem. Acredito, ainda, que essa comunhão pode ser feita a qualquer momento, em qualquer lugar. Basta, apenas, abrir o coração a isso.

Hoje pensei muito sobre o acidente do post anterior. E me veio à mente uma das orações católicas que acho mais bonitas, a Oração de São Francisco de Assis:

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.

Amém.

Cabe lembrar que, é claro, as palavras não devem ser proferidas sem o sentimento. O que mais importa, para mim, é isso. Acho que devemos sempre falar o que sentimos. Seja uma oração que se saiba de cor, seja um simples "obrigado".

Aliás, cada vez mais, acho que só devemos falar o que sentimos. E só devemos falar o que sentimos de bom. E silenciarmos para o resto.

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