domingo, 30 de janeiro de 2011
sábado, 13 de novembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
E outra que já falei e repito: violência contra seres/pessoas menores ou mais frágeis tem nome - covardia.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
A frase dela (uma pérola que carrego até hoje e que acabei não perguntando se ela ainda se lembra) foi a seguinte: "Se seu(s) problema(s) pode(m) ser solucionado(s) com dinheiro, você não tem problema". Como toda boa jovem estagiária, devo ter ignorado, mas por algum motivo aquilo ficou impregnado no meu ser. Assim como uma outra pessoa, uma amiga, me disse (acho que no mesmo ano) que dinheiro não traz felicidade, traz conforto.
E quando você precisar de um amigo, não é o dinheiro que vai conseguir um para você.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Bem, coisas "inúteis" por preços irresistíveis, certo??
terça-feira, 27 de julho de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
domingo, 24 de janeiro de 2010
Quando o Chico canta "Trocando em miúdos, pode guardar/as sobras de tudo, que chamam lar/ as sombras de tudo que fomos nós/as marcas de amor nos nossos lençóis/as nossas melhores lembranças" e a voz dele quase falha, é pra matar.
E tem também a "Gota D'Água" e "Bastidores" que fazem parte de qualquer lista de músicas para dor-de-cotovelo.
Por outro lado tem "A Banda" e "Feijoada Completa", músicas que sempre levantam o astral.
Desde que me entendo por gente, escuto músicas do Chico. Não só as clássicas, "para adultos", mas também as do disco "Os Saltimbancos".
Uma outra teoria que tenho é que mulher se liga mais à letra, enquanto os homens se ligam mais à música.
Uma coisa é certa: ninguém pode dizer que ele não é um grande poeta.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Apesar de acreditar em todas essas coisas que escrevi, delas serem verdades e tal, hoje estou morrendo de raiva. Estragaram meu dia, minha semana e meu mês. Bateram no meu carro. Não essas batidinhas bestas que vemos por aí... tudo bem que ninguém se machucou, mas foi uma SENHORA batida. Um caminhão, quase que literalmente, passou por cima do meu carro. Eu estava parada, tranqüilamente, na faixa da direita, esperando para fazer um retorno, quando o infeliz, num caminhão, na faixa da esquerda, resolve jogar a sua carreta de QUINZE METROS para a direita, diretamente sobre o meu carro PARADO.
"Bad things happen to good people" foi a única explicação que encontrei.

Claro que o mau-torista não quis ir à delegacia, quis chamar a justiça volante. E claro que ele não tinha onde cair morto, menos ainda condições de pagar a metade da minha franquia que fosse. Morri numa boa grana, além de passar muita raiva...
Até pensei que fosse bad karma...mas falando com pessoas queridas vi que não é nada disso. Só puro azar mesmo.
Pra compensar, podia ganhar na mega sena, né?
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
O que você quer para 2010?
Eu quero:
- ver mais os meus amigos,
- viajar mais com o meu namorado,
- conhecer, pelo menos, uma cidade nova,
- perder peso (sonho de 9 entre 10 mulheres),
- estudar mais,
- cuidar mais de mim,
E, quem sabe...começar um sonho novo para 2011...
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
O final do ano, como um todo, para mim, serve de tempo de meditação, de recolhimento. Aproveito para (tentar) manter-me afastada de situações desagradáveis, de problemas e concentrar-me em meu "eu". Verifico o que quero melhorar em mim, faço mentalmente meus próprios planos para ser uma pessoa melhor, pois é nisso que eu acredito.
Acredito em (novamente, tentar) buscar ser uma pessoa melhor. Fazer as pazes com o passado e planos para o futuro. Mudar o que quero que seja mudado.
Há uma oração, que acho bem bonita, é a Oração da Serenidade. Normalmente faço as minhas próprias preces, sem palavras decoradas. Acho-as mais sinceras. Entretanto, sempre tem uma ou outra que chamam a minha atenção e as utilizo em determinados momentos.
Assim eu vivo a minha vida. Busco aprender com erros e acertos, tento melhorar, faço a minha parte.
E faço pelos outros o que gostaria que fizessem por mim. É a regra de ouro. Acredito piamente que, se todos fizessem isso, o mundo seria melhor.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Poucos filmes me emocionaram mais do que "Sob o Sol da Toscana". Talvez por ter vivenciado dois divórcios difíceis (o dos meus pais e o meu próprio, anos mais tarde). O filme mostra belas paisagens, possui um final um tanto previsível, mas o jeito que a história vai se desenvolvendo é o que me encanta. Talvez mais do que a história das joaninhas, é a história da linha do trem. É a ideia de viver para um futuro melhor, mesmo que este exista apenas na fé.
O filme não acaba com "viveram felizes para sempre", não acaba com todos os problemas magicamente resolvidos e nem com promessas de uma vida melhor. Ele apenas acaba em um momento x, que poderia ser qualquer um. Um dia qualquer do ano. Não está tudo perfeito, mas está tudo bem. Dinheiro, fama, poder não têm lugar nesse filme, que trata da vida após divórcio. Da vida após um baque que tem o poder de derrubar um cidadão e fazer com que a auto-estima de uma pessoa torne-se pó em 10 segundos.
Difícil uma pessoa que nunca passou por uma situação assim idenficar-se com o filme. Eu acho, pelo menos.
Eu vivenciei muito de perto (talvez perto demais) o divórcio dos meus pais. Achava que entendia tudo. Ledo engano. Muita coisa só aprendi mesmo depois de assinar o papel que pos fim ao meu próprio casamento.
No filme fala que é levar uma bala no coração. É como bater de frente contra um carro que vem em alta velocidade no sentido contrário. É algo que deveria matar, mas não mata. E você tem que aprender a viver depois disso.
Parece fácil, mas não é.
E não existe fisioterapia para isso. Não existe um centro de reabilitação, ninguém ensina como sobreviver a uma perda dessas. Nunca ouvi falar (pelo menos aqui) de um grupo de apoio, de um "Divorciados Anônimos", de qualquer coisa do gênero.
Mas a verdade é que deveria mesmo matar, mas não mata. Mata uma parte de você, mata um passado, mata uma parte da sua alma, mas você sobrevive. Se sai mais forte, mais confiante, com uma auto-estima melhor eu não sei. Eu sei que cada um encontra a sua maneira de lidar com isso e continuar a viver.
E a beleza do filme, para mim, é essa. Mostra exatamente como a pessoa se sente. A vontade de fugir para outro lugar, outra cidade, país, planeta e refazer a vida. E a esperança de ser feliz novamente.
Toda vez que vejo uma joaninha, agora, me lembro desse filme. No meu apartamento já apareceram várias desde que me mudei. Sempre fico as observando de pertinho, pensando que é um sinal que tenho me mantido no caminho certo.
Lindo também é quando, no filme, ela descobre que conseguiu tudo o que queria. Nada de mais, apenas coisas simples. Pessoas para quem cozinhar, uma família na casa, um casamento no jardim.
A verdade é que, por algum motivo, você continua respirando depois das piores tragédias. E, quando menos espera, chegam as joaninhas. "Lots and lots of ladybugs".
E eu? Eu quero uma casa/apartamento onde possa receber vários amigos, como na casa de uma amiga onde fui hoje. Por enquanto o espaço me limita, mas em breve...
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Então crescemos assim, três filhas únicas. E acaba que não temos em nada relacionamento de irmãs. É muito diferente, muito peculiar.
Minhas irmãs nasceram com computador, celular, internet, CD player. A mais nova já está na fase do mp3 e talvez nem saiba o que é um CD (sabe, no entanto, o que é um DVD e ligava o DVD player e a TV antes de saber falar direito).
É a era da TV a cabo, do conteúdo disponível a todos.
Elas não sabem o que é enciclopédia barsa, duvido que consigam fazer uma pesquisa usando só a biblioteca da escola e o orelhão é um objeto meio estranho. Se eu chegar perto e falar pra elas "virarem o disco", com certeza vão me olhar como se eu fosse uma E.T. Faz parte.
Mas é legal essa sensação de aprender e ensinar. A de 19 já me ensinou bastante e é um grande motivo de orgulho pra mim. A mais nova ainda está muito nova. Quero ver daqui a 10 anos o que ela me trará.
Não tive essa experiência de crescer brincando e brigando com as minhas irmãs. Tive essa experiência, na verdade, com primas queridas, mas não com as minhas irmãs. Com elas, minhas irmãs, as experiências são diferentes, são mais fora do comum. Já aconteceu de eu estar com a mais nova e pessoas ficarem chocadas pelo fato de, sim, sermos irmãs. E, olha que coisa, nunca brigamos pela atenção dos nossos pais, por brinquedos ou por qualquer outra coisa que fazem irmãos ficarem meses sem olhar um para a cara do outro.
Aí, recentemente, uma conhecida engravidou do marido, com quem tem um filho de 10 anos. Falei que ela vai ver como vai ser tudo diferente e como o filho vai ajudar com a criação. Contei rapidamente da minha experiência e estou torcendo para tudo dar certo.
Sorte deles... :)
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Vamos esquecer toda a luta que já houve em matéria de igualdade entre os gêneros. Esqueçamos também das nossas mães/avós que lutaram para que tivéssemos independência financeira, que nos deram a oportunidade de lutar pelas nossas vontades.
Obrigada aos alunos/diretores da Uniban por lembrar as mulheres que o lugar delas é no tanque e não numa cadeira universitária.
Há quase 30 anos, minha mãe passou por uma “saia justa” muito mais leve do que essa vivida pela jovem de agora. Ela (horror dos horrores) resolveu cursar uma disciplina “de macho”: geologia. Mais de um professor falou que aquilo não era curso para mulher. Que o dever dele (professor) era de dar notas baixas para as mulheres que resolvessem se aventurar nesse ramo “masculino”. Ela passou com a nota máxima e comigo a tiracolo. Hoje é uma geóloga bem sucedida e que me mostrou, pelo exemplo, que a diferença entre os sexos está na cabeça dos otários.
Um viva, portanto, à Uniban, que me fez imaginar como seria viver em países onde as mulheres não podem trabalhar e só podem sair à rua acompanhada de um homem e vestida dos pés à cabeça com uma tenebrosa burca.
Vamos ser sinceros? O vestido nem era tão curto, nem tão colado, nem tão decotado e mesmo que fosse...
Mais uma vez, parabéns por jogarem fora o progresso, as lutas, as leis, a constituição. Vamos voltar ao tempo do Estatuto da Mulher Casada (oi??), ao tempo em que o homem era dono da mulher e tinha direito de vida e morte sobre ela.
Lembrou-me um caso do pai que estuprava as filhas e disse (em sua defesa!): "Galinha que eu crio, eu como".
Podre, podre, podre.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Paciência. O blog é meu e eu faço com ele o que bem entender.
Se não quiser ler, não entre aqui.
Pronto.
domingo, 25 de outubro de 2009
Um texto sensacional do Shakespeare:
Portia:
The quality of mercy is not strain'd,
It droppeth as the gentle rain from heaven
Upon the place beneath. It is twice blest:
It blesseth him that gives and him that takes.
