quarta-feira, 12 de maio de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
domingo, 24 de janeiro de 2010
Quando o Chico canta "Trocando em miúdos, pode guardar/as sobras de tudo, que chamam lar/ as sombras de tudo que fomos nós/as marcas de amor nos nossos lençóis/as nossas melhores lembranças" e a voz dele quase falha, é pra matar.
E tem também a "Gota D'Água" e "Bastidores" que fazem parte de qualquer lista de músicas para dor-de-cotovelo.
Por outro lado tem "A Banda" e "Feijoada Completa", músicas que sempre levantam o astral.
Desde que me entendo por gente, escuto músicas do Chico. Não só as clássicas, "para adultos", mas também as do disco "Os Saltimbancos".
Uma outra teoria que tenho é que mulher se liga mais à letra, enquanto os homens se ligam mais à música.
Uma coisa é certa: ninguém pode dizer que ele não é um grande poeta.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Apesar de acreditar em todas essas coisas que escrevi, delas serem verdades e tal, hoje estou morrendo de raiva. Estragaram meu dia, minha semana e meu mês. Bateram no meu carro. Não essas batidinhas bestas que vemos por aí... tudo bem que ninguém se machucou, mas foi uma SENHORA batida. Um caminhão, quase que literalmente, passou por cima do meu carro. Eu estava parada, tranqüilamente, na faixa da direita, esperando para fazer um retorno, quando o infeliz, num caminhão, na faixa da esquerda, resolve jogar a sua carreta de QUINZE METROS para a direita, diretamente sobre o meu carro PARADO.
"Bad things happen to good people" foi a única explicação que encontrei.

Claro que o mau-torista não quis ir à delegacia, quis chamar a justiça volante. E claro que ele não tinha onde cair morto, menos ainda condições de pagar a metade da minha franquia que fosse. Morri numa boa grana, além de passar muita raiva...
Até pensei que fosse bad karma...mas falando com pessoas queridas vi que não é nada disso. Só puro azar mesmo.
Pra compensar, podia ganhar na mega sena, né?
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
O que você quer para 2010?
Eu quero:
- ver mais os meus amigos,
- viajar mais com o meu namorado,
- conhecer, pelo menos, uma cidade nova,
- perder peso (sonho de 9 entre 10 mulheres),
- estudar mais,
- cuidar mais de mim,
E, quem sabe...começar um sonho novo para 2011...
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
O final do ano, como um todo, para mim, serve de tempo de meditação, de recolhimento. Aproveito para (tentar) manter-me afastada de situações desagradáveis, de problemas e concentrar-me em meu "eu". Verifico o que quero melhorar em mim, faço mentalmente meus próprios planos para ser uma pessoa melhor, pois é nisso que eu acredito.
Acredito em (novamente, tentar) buscar ser uma pessoa melhor. Fazer as pazes com o passado e planos para o futuro. Mudar o que quero que seja mudado.
Há uma oração, que acho bem bonita, é a Oração da Serenidade. Normalmente faço as minhas próprias preces, sem palavras decoradas. Acho-as mais sinceras. Entretanto, sempre tem uma ou outra que chamam a minha atenção e as utilizo em determinados momentos.
Assim eu vivo a minha vida. Busco aprender com erros e acertos, tento melhorar, faço a minha parte.
E faço pelos outros o que gostaria que fizessem por mim. É a regra de ouro. Acredito piamente que, se todos fizessem isso, o mundo seria melhor.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Poucos filmes me emocionaram mais do que "Sob o Sol da Toscana". Talvez por ter vivenciado dois divórcios difíceis (o dos meus pais e o meu próprio, anos mais tarde). O filme mostra belas paisagens, possui um final um tanto previsível, mas o jeito que a história vai se desenvolvendo é o que me encanta. Talvez mais do que a história das joaninhas, é a história da linha do trem. É a ideia de viver para um futuro melhor, mesmo que este exista apenas na fé.
O filme não acaba com "viveram felizes para sempre", não acaba com todos os problemas magicamente resolvidos e nem com promessas de uma vida melhor. Ele apenas acaba em um momento x, que poderia ser qualquer um. Um dia qualquer do ano. Não está tudo perfeito, mas está tudo bem. Dinheiro, fama, poder não têm lugar nesse filme, que trata da vida após divórcio. Da vida após um baque que tem o poder de derrubar um cidadão e fazer com que a auto-estima de uma pessoa torne-se pó em 10 segundos.
Difícil uma pessoa que nunca passou por uma situação assim idenficar-se com o filme. Eu acho, pelo menos.
Eu vivenciei muito de perto (talvez perto demais) o divórcio dos meus pais. Achava que entendia tudo. Ledo engano. Muita coisa só aprendi mesmo depois de assinar o papel que pos fim ao meu próprio casamento.
No filme fala que é levar uma bala no coração. É como bater de frente contra um carro que vem em alta velocidade no sentido contrário. É algo que deveria matar, mas não mata. E você tem que aprender a viver depois disso.
Parece fácil, mas não é.
E não existe fisioterapia para isso. Não existe um centro de reabilitação, ninguém ensina como sobreviver a uma perda dessas. Nunca ouvi falar (pelo menos aqui) de um grupo de apoio, de um "Divorciados Anônimos", de qualquer coisa do gênero.
Mas a verdade é que deveria mesmo matar, mas não mata. Mata uma parte de você, mata um passado, mata uma parte da sua alma, mas você sobrevive. Se sai mais forte, mais confiante, com uma auto-estima melhor eu não sei. Eu sei que cada um encontra a sua maneira de lidar com isso e continuar a viver.
E a beleza do filme, para mim, é essa. Mostra exatamente como a pessoa se sente. A vontade de fugir para outro lugar, outra cidade, país, planeta e refazer a vida. E a esperança de ser feliz novamente.
Toda vez que vejo uma joaninha, agora, me lembro desse filme. No meu apartamento já apareceram várias desde que me mudei. Sempre fico as observando de pertinho, pensando que é um sinal que tenho me mantido no caminho certo.
Lindo também é quando, no filme, ela descobre que conseguiu tudo o que queria. Nada de mais, apenas coisas simples. Pessoas para quem cozinhar, uma família na casa, um casamento no jardim.
A verdade é que, por algum motivo, você continua respirando depois das piores tragédias. E, quando menos espera, chegam as joaninhas. "Lots and lots of ladybugs".
E eu? Eu quero uma casa/apartamento onde possa receber vários amigos, como na casa de uma amiga onde fui hoje. Por enquanto o espaço me limita, mas em breve...
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Então crescemos assim, três filhas únicas. E acaba que não temos em nada relacionamento de irmãs. É muito diferente, muito peculiar.
Minhas irmãs nasceram com computador, celular, internet, CD player. A mais nova já está na fase do mp3 e talvez nem saiba o que é um CD (sabe, no entanto, o que é um DVD e ligava o DVD player e a TV antes de saber falar direito).
É a era da TV a cabo, do conteúdo disponível a todos.
Elas não sabem o que é enciclopédia barsa, duvido que consigam fazer uma pesquisa usando só a biblioteca da escola e o orelhão é um objeto meio estranho. Se eu chegar perto e falar pra elas "virarem o disco", com certeza vão me olhar como se eu fosse uma E.T. Faz parte.
Mas é legal essa sensação de aprender e ensinar. A de 19 já me ensinou bastante e é um grande motivo de orgulho pra mim. A mais nova ainda está muito nova. Quero ver daqui a 10 anos o que ela me trará.
Não tive essa experiência de crescer brincando e brigando com as minhas irmãs. Tive essa experiência, na verdade, com primas queridas, mas não com as minhas irmãs. Com elas, minhas irmãs, as experiências são diferentes, são mais fora do comum. Já aconteceu de eu estar com a mais nova e pessoas ficarem chocadas pelo fato de, sim, sermos irmãs. E, olha que coisa, nunca brigamos pela atenção dos nossos pais, por brinquedos ou por qualquer outra coisa que fazem irmãos ficarem meses sem olhar um para a cara do outro.
Aí, recentemente, uma conhecida engravidou do marido, com quem tem um filho de 10 anos. Falei que ela vai ver como vai ser tudo diferente e como o filho vai ajudar com a criação. Contei rapidamente da minha experiência e estou torcendo para tudo dar certo.
Sorte deles... :)
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Vamos esquecer toda a luta que já houve em matéria de igualdade entre os gêneros. Esqueçamos também das nossas mães/avós que lutaram para que tivéssemos independência financeira, que nos deram a oportunidade de lutar pelas nossas vontades.
Obrigada aos alunos/diretores da Uniban por lembrar as mulheres que o lugar delas é no tanque e não numa cadeira universitária.
Há quase 30 anos, minha mãe passou por uma “saia justa” muito mais leve do que essa vivida pela jovem de agora. Ela (horror dos horrores) resolveu cursar uma disciplina “de macho”: geologia. Mais de um professor falou que aquilo não era curso para mulher. Que o dever dele (professor) era de dar notas baixas para as mulheres que resolvessem se aventurar nesse ramo “masculino”. Ela passou com a nota máxima e comigo a tiracolo. Hoje é uma geóloga bem sucedida e que me mostrou, pelo exemplo, que a diferença entre os sexos está na cabeça dos otários.
Um viva, portanto, à Uniban, que me fez imaginar como seria viver em países onde as mulheres não podem trabalhar e só podem sair à rua acompanhada de um homem e vestida dos pés à cabeça com uma tenebrosa burca.
Vamos ser sinceros? O vestido nem era tão curto, nem tão colado, nem tão decotado e mesmo que fosse...
Mais uma vez, parabéns por jogarem fora o progresso, as lutas, as leis, a constituição. Vamos voltar ao tempo do Estatuto da Mulher Casada (oi??), ao tempo em que o homem era dono da mulher e tinha direito de vida e morte sobre ela.
Lembrou-me um caso do pai que estuprava as filhas e disse (em sua defesa!): "Galinha que eu crio, eu como".
Podre, podre, podre.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Paciência. O blog é meu e eu faço com ele o que bem entender.
Se não quiser ler, não entre aqui.
Pronto.
domingo, 25 de outubro de 2009
Um texto sensacional do Shakespeare:
Portia:
The quality of mercy is not strain'd,
It droppeth as the gentle rain from heaven
Upon the place beneath. It is twice blest:
It blesseth him that gives and him that takes.
sábado, 24 de outubro de 2009
Claro que não é fácil.
Tem umas 3 semanas que eu magoei-me profundamente com uma pessoa da minha convivência diária. Ouvi calada absurdos inenarráveis e, quando não dei mais conta, isolei-me num canto para que não me vissem chorar. Nada de retrucar. Só exercício de paciência mesmo e de buscar entender a pessoa.
Todos os grandes apóstolos, todos os mensageiros divinos, ensinam o amor ao próximo e o perdão. Um dia ouvi que se não é difícil perdoar ou se doar, então você não está fazendo um bom trabalho.
Não sou santa, longe disso. Mas tenho buscado o perdão e tenho buscado perdoar. Quanto mais difícil, sinto que melhor para a minha própria evolução.
A mesma coisa é ajudar o próximo. É muito fácil dar 2 reais para um pedinte. Mais difícil é você sair do conforto da sua casa para ajudar uma pessoa que está sem gasolina (o que era algo que me recusava a fazer) ou para consolar um amigo do outro lado da cidade.
A caridade também, se vem fácil, não é tão valiosa.
Mas vamos parar que isso está virando um post de religião e não tem nada a ver com o blog. Rsrs.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
O dono é quem atende e o ambiente é bastante familiar. Na quarta fui lá com uma amiga e ficamos um tempão conversando com o Alexandre, paulista divertidíssimo, dono do estabelecimento.
Quem gostar de comida mexicana, fica a dica.
Para saber mais, o Ramirez está no twitter e tem uma reportagem bacana aqui.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Inobstante as ameaças que pairam sobre os blogs que falam sobre qualquer coisa, resolvi falar do Ki Mukeka, onde fui almoçar ontem junto com a família do namorado.
Chegamos e percebemos o ambiente lotado, com algumas pessoas esperando mesa. Enquanto esperávamos, tomei uma coca-zero e, antes de terminar, fomos encaminhados à mesa. O calor de domingo estava insuportável (o restaurante não tem culpa por isso, tá??), portanto pedimos para abaixarem a tenda já que o sol estava ameaçando bater nas costas dos meus sogros. Fomos prontamente atendidos.
Pedimos uma porção de acarajés, uma moqueca de camarão e um badejo com camarão. Dois pratos para cinco pessoas. Quando os acarajés chegaram, já vislumbrávamos as delícias que viriam depois. De fato, não nos decepcionaram. Pratos fartos, fumegantes e saborosos. Comemos muito e ainda sobrou um pouco de comida. Destaque para o pirão que estava impagável.
O atendimento, em geral, foi bom. A casa estava muito cheia e talvez fosse necessário aumentar o número de garçons. E a comida demorou um pouco (que também dá pra ser atribuído à lotação da casa), assim como a conta.
Vale a pena pra quem gosta de uma boa comida baiana.
Ah, nota dez para o restaurante que deixa claro que " A gorjeta é opcional. Só gratifique se você for realmente bem atendido" e o valor individual do couvert artístico. Particularmente, não gosto de músico tocando em restaurante, mas achei legal terem deixado claro.
terça-feira, 22 de setembro de 2009

Dizem que os virginianos são movidos por excelência (ou o que a pessoa considera excelência). Se isso é verdade ou não, eu não sei. Só sei que desde pequena, eu gosto do melhor (que, muitas vezes, é o mais caro). Mamãe diz que sou flor de asfalto, nascida para a cidade.
Enquanto não encontro a excelência almejada (que pode não ser a mesma para todas as pessoas), não me prendo a nada. Nem a ninguém. Até hoje não tenho uma manicure boa, apesar de conhecer uma excelente depiladora (que é algo que fiz menos vezes na vida). Meu cirurgião buco-maxilo-facial é o melhor que encontrei. Tal como o meu ortodontista. Minha dentista é a mesma desde que eu tinha 12 anos. Ela é odontopediatra.
Quando foi a vez da minha irmã, em Campinas, procurar um ortodontista, o de Brasília indicou para ela. Quando a minha mãe precisou de uma singela prótese dentária, o cirurgião daqui indicou um bam-bam-bam para ela.
Assim foi a minha vida toda.
Quando quis fazer pilates, fui para a academia que considerei melhor. Quando escolhi o Colo (que não foi impulso como a Sofia) escolhi o melhor. E fui buscá-lo na Argentina.
Para cada 10 profissionais que conheço, provavelmente indico 1. Se tanto. Sou crítica mesmo. Ainda mais com os meus filhos felinos.
A ração deles é a que considero melhor (a Premier - isso pq não consegui a Eukanuba). A areia é a LimpiCat (nenhuma faz torrão como ela). A água é filtrada (se tivesse tempo e paciência, seria fervida também). A castração foi feita na clínica mais bem cotada de Brasília (a Empório dos Bichos).
Num post do blog Cadê o Atum, falou-se da Pety Cats e da Dra. Vanessa. Antes de eu adotar a Sofia, conheci a Pety Cats. Fiquei encantada com o atendimento da vendedora de lá. Hoje temos uma relação de amizade. Quando ela esteve doente, inclusive telefonei no celular dela para desejar-lhe melhoras.
Semana passada tive a oportunidade de conhecer a Dra. Vanessa. Confesso que considerava o consultório um tanto longe, mas, para mim, valeu cada km rodado. E, ao final, nem foi tão longe quanto imaginava. Amei. Exemplo de excelência.
Outro exemplo de excelência em outra área foi o restaurante Bistrô Gourmet no PkShopping. Pena que, na segunda vez em que fui lá, o atendimento não estava lá essas coisas....
Enfim, Brasília precisa, definitivamente, de melhores profissionais.
E tem gente que acha que é crime receber uma crítica.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Sou apaixonada por musicais. Apaixonada. Na escola eu era a menina nerd que andava com a camiseta larga de banda (ou, no caso, musical). Eu era um ET para os meus colegas, mas nem me importava. No segundo grau tive a oportunidade de participar da montagem da escola do musical The Fantasticks. Só no backstage, pois não sei cantar. Não importava. Decorei todas as falas, todas as letras de todas as músicas.
Em 2000 tive a oportunidade de assistir o musical em NY. Um teatro pequeno, uma produção "Off-Broadway." No teatro não cabia mais do que 200 pessoas (se tanto!) e eu sentei na primeira fila no centro. Às vezes tinha que colocar os pés debaixo da cadeira para não pisarem no meu pé (meu pé já ficava no palco). Perfeito para a história que é contada.
The Fantasticks é atemporal. É um Romeu e Julieta às avessas, onde os pais, que são vizinhos, fingem brigar com a finalidade de que os filhos os contrariem e apaixonem-se. A ideia é que as crianças sempre fazem o contrário do que os pais dizem ("Never Say No"). Quando os pais fingem fazer as pazes, o namoro escondido perde a graça...
Toda a produção é simples. Não há cenários grandiosos (um tablado, um sol de cartolina - que do outro lado é uma lua -, uma caixa com objetos e pronto). Os instrumentos são poucos também (piano, harpa e algum outro que me foge a lembrança). Os atores nunca saem de cena, apenas ficam sentados num canto. É tudo simples. A história é simples, a produção é simples, o teatro é simples. E é a simplicidade de tudo que, creio, faz com que seja o musical que está há mais tempo em cartaz (ano que vem faz 50 anos!).
Pra quem vai a NY, vale a pena. Pra quem não vai, o CD é sensacional também. É o tipo de peça que você sai sorrindo, pois é bem humorada, leve... Eu praticamente interagia com os atores, murmurando as músicas junto, rindo, etc. Demais!
Hoje The Fantasticks está na Broadway, no Snapple Theater. Endereço: 1627 Broadway, esquina com a 50th Street.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Que ótima decisão.
O atendimento é impecável. Digno de São Paulo, mas definitivamente assusta em Brasília. A comida é deliciosa. Eu pedi o penne ao molho de limão siciliano com lascas de salmão e a minha amiga pediu uma carne com molho de 3 (?) pimentas com risoto de gorgonzola e uvas verdes. Uma loucura total. Claro que uma experimentou do prato da outra e difícil foi decidir qual estava mais saboroso. Acho que os dois.
Mais impressionante é que veio tudo rápido. Não consegui achar um defeito sequer no Bistrot Gourmet. Suficientemente saciadas pela refeição, pedimos apenas um café. Que veio com um biscoitinho delicioso. O garçom viu que estávamos elogiando o biscoitinho e trouxe mais alguns numa pequena vasilha.
Olha que graça!
Provado e aprovado e recomendadíssimo.
Então, no seu próximo passeio ao Park Shopping, não deixe de conferir. O preço, ainda por cima, é justo. Super justo.
sábado, 22 de agosto de 2009
Foi o que aconteceu hoje.
Rapidinhas:
Notícia triste de hoje é que a Ematoma (Marisa Mitsue Toma), do blog Objetos de Desejo faleceu. Muito triste... Era um blog que eu acompanhava (e, pasmem... ESSE o meu navegador completou... tsc, tsc). As hipóteses são homicídio ou suicídio.
Fui numa festa nerd ontem que bombou. Raro isso. 30 anos de um amigo meu. Todo mundo completando 30 anos. Daqui a pouco sou eu. Urght. O que eu quero fazer no dia do meu aniversário? Sentar e chorar. Pelo menos mamãe estará aqui para me consolar.
Semana passada foi a formatura de uma amiga querida no curso de direito. Parabéns! :D
Vinte vivas para o meu namorado maravilhoso por ter aguentado (mais) uma crise minha de mulherzinha esta semana. Ele me surpreende cada dia mais.
Estou com umas ideias para uns posts, mas tenho que sentar e escrever. Isso demanda tempo e paciência...mas eu juro que chego lá. :P
Comecei a fazer pilates: é bom e faz bem! Estou adorando.
Instalei meu wii (tá bom, meu namorado instalou) na minha tv nova (ah sim...comprei uma tv nova :P). Carreguei as pilhas dos controles. Agora só falta jogar. Oba!
Bem, é isso!
Saudações a todos!
domingo, 26 de julho de 2009
Maaaas, enquanto o ano não acaba, já dá pra fazer um balanço de como foi. So far, so good. :) Cresci, amadureci, levei umas pancadas da vida, mas vou seguindo em frente.
O futuro aparenta reservar coisas boas, interessantes que, conformer forem acontecendo, vou postando aqui (para não dar azar, né??).
Atualizando a quem possa interessar, o love está melhorando da cirurgia, já retirou os pontos e tudo está indo bem (felizmente não parece ter pego nenhuma infecção hospitalar - meu maior medo!).
Minha mãe costuma dizer que a gente vai matando um leão por dia. É mais ou menos por aí. Mas, apesar de crises existenciais e depressivas, tenho que dizer que tem valido a pena.
Aliás, falando da minha mãe, da minha família, etc, ontem uma amiga veio dizer que eu tenho que escrever alguns vários livros sobre as histórias que tenho pra contar. É algo que tenho em mente, mas ela falou que tenho que escrever como ficção...pq se eu escrever/publicar como não-ficção, ninguém acredita...E o pior é que é verdade! :P A ideia dela foi escrever algo como "Comédias da Vida Privada" do Veríssimo.
Vamos ver.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Só porque esqueci de falar antes...
Fui pro Rio no mês passado e assisti uma apresentação do Joshua Bell (lembram deste post?) ao vivo e a cores. Maravilhoso. No bis ele tocou uma música folclórica americana (que eu não conhecia) e, em alguns momentos, parecia que um passarinho tinha vindo acompanhar o violino.
Sensacional.
Preço dos melhores lugares: R$ 200,00. Preço que pagamos: R$ 0,00. Chegamos cedo e conseguimos cortesia (queríamos comprar, juro, 3 ingressos, mas estava tudo esgotado!). Algo que, aparentemente, eles fazem com frequência na Sala Cecília Meireles, onde foi a apresentação.
Fica a dica.
Esqueça os quartos iluminados, ventilados, limpos, esqueça a equipe multidisciplinar, esqueça o silêncio sepulcral. Esqueça, ainda, qualquer mordomia. Esqueça uma estação de enfermaria com enfermeiros prontos para qualquer emergência. Esqueça aparelhos sofisticados medindo a pressão, os batimentos cardíacos, enfim... Esqueça!
Troque tudo isso por um quarto meio escuro e (horror dos horrores) meio sujo. Na cama, meu namorado recém operado. Abaixo da janela (juro) um barulho ensurdecedor de alguma máquina hospitalar que ligava e desligava a cada poucos minutos. A TV (minúscula) não tinha controle (e o paciente recém operado faz como, me pergunto? anda até ela??) e em lugar algum encontramos um botão para ligar na enfermaria. As paredes pareciam ser divididas por gesso, tamanho o barulho que ouvíamos dos quartos ao lado.
Os poucos funcionários que víamos trabalhavam demais e, pelo visto, ganhavam de menos. Um enfermeiro só para dois andares durante a noite (calculo, 40 quartos) e não mais do que dois auxiliares para qualquer outra coisa.
Aliás, esquecimento foi a palavra de ontem. Primeiro, esqueceram de anotar direito o horário da cirurgia, que era às 7h. Com isso, ele foi operado só às 9h30. Depois foi para a sala de recuperação e, após acordar da anestesia, esqueceram de levá-lo para o quarto. Depois esqueceram da janta. Horas depois, da ceia. Suspeitei, em dado momento, que a agulha do soro tinha soltado. Liguei na enfermaria. Era troca de turno. Depois alguém passaria lá. Esqueceram novamente.
Pedi lençol. Esqueceram. A jarra de água levaram e esqueceram de trazer de volta. Pasta de dente não tinha. Sabonete e toalha, levamos de casa. Assim como roupa de cama para mim (que dormi num sofá-cama que não quero nem lembrar da sujeira que estava). De repente entendi a neura do meu pai de levar lysoform sempre que vai passar uma noite fora de casa.
Médico, se tinha, eu não vi. Nenhum. Nem de passagem. Nem perdido. Aliás, meu namorado também não viu. Aliás, ele acha que viu antes da cirurgia...
Ah, não precisa falar que também não tinha internet, né?
E isso foi hospital particular. Tenho até medo de pensar em que situação estão os hospitais públicos do país...
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Mas, aí, as pedras somem. Ou você vai tirando uma a uma do seu caminho, vai usando para construir pontes, um poço, enfim, algo útil com elas.
Muitas vezes já sentei com minhas pedras (meus problemas) e fiquei abismada pensando em como iria contornar aquilo tudo. Às vezes dá vontade de desistir e/ou ficar na cama esperando que as pedras sumam sozinhas. Afinal, muitas apareceram sozinhas, não é mesmo?
Há mais de dois anos faço terapia. Falo sobre meus problemas e escuto insights sobre eles. No começo achava que não tava funcionando, que demorava muito para dar resultado, que era palhaçada. Entretanto, conforme fui enfrentando meus problemas, meus fantasmas, minhas perdas e pedras, meus traumas, meus medos, tudo foi ficando mais fácil, pois foi fazendo mais sentido.
No final, sempre existirão pedras. E perdas. E traumas. E a gente vai tendo que aprender a lidar com tudo isso. Com ou sem ajuda.
