quinta-feira, 26 de junho de 2008

Histórias por e-mail


Acontece de vez em quando. Recebo alguma mensagem de e-mail, com uma história absolutamente impressionante e de veracidade duvidosa. Várias vezes descarto, algumas vezes procuro a fonte ou a veracidade das informações.

Certa vez, recebi um e-mail contando de como as desavenças (link para a história) entre Jose Carreras e Placido Domingo foram por água abaixo quando o primeiro teve leucemia e o segundo salvou-lhe a vida. O fato é que nunca houve inimizade entre os dois e, tampouco, ajuda financeira de Domingo quando Carreras esteve (de fato) enfermo. A Fundação Jose Carreras tem desmentido a história que continua pipocando pela internet.

Eis que hoje recebi um e-mail falando sobre como um músico famoso pôde tocar anonimamente um instrumento raríssimo (no caso, um violino Stradivarius, adquirido por US$ 3.5 milhões) no horário de rush, no metrô de Washington D.C. Suspeitei da história quando falou que bons assentos, para o concerto do dia anterior, custavam US$ 1000,00. Achei suspeito. Nem tanto o fato de ninguém parar para ouvir, nem a quantia de dinheiro que recebeu dos transeuntes (meros US$ 32,17 - sim, pessoas jogaram pennies, ou moedas de 1 centavo), mas pelo alto valor do concerto no dia anterior.

Também duvidei que um grande músico iria perder tempo numa experiência tão... bem... maluca.

Como estava com paciência (e um pouco de tempo), resolvi ir atrás. Como sempre, encontrei a história real.

Valor de boas cadeiras no concerto, que ocorreu três dias antes: US$ 100,00.

O resto, praticamente tudo estava correto.

A história é, de fato, até mais impressionante (a realidade, muitas vezes, supera a ficção).

Trata-se do violinista Joshua Bell, um músico de 40 anos que recusa ser chamado de gênio. A experiência/reportagem foi feita pelo Washington Post que, ao preparar para ela, cogitou a hipótes de chamar, caso necessário, a Guarda Nacional, para conter uma possível multidão, caso o músico fosse reconhecido.

Mas eis que 45 minutos passaram sem muito incidente e com, exatamente, uma pessoa reconhecendo-o.

Homens, mulheres, jovens, velhos, brancos, negros, asiáticos...todos passaram apressadamente pelas obras de mestres grandiosos sem, ao menos, olhar para o lado. Apenas as crianças tentavam assistir, ouvir a música, mas logo eram puxadas pelas mãos apressadas dos pais.

Aparentemente, uma criança de três (3!) anos deu mais trabalho que as outras.

Um homem, sem reconhecer o músico, reconheceu a qualidade da música e sentiu-se envergonhado por depositar apenas US$ 20,00 após ouvi-lo tocando por alguns momentos.

A experiência, realizada em 2007, foi filmada por uma câmera escondida e a reportagem encontra-se ainda no Washington Post.

Para quem não entende inglês, dá para encontrar versões em português procurando no Google pelo nome dele e metrô.

Vale a pena.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Rio de Janeiro


Nunca fui muito fã do Rio. Sendo uma flor de asfalto, sempre gostei mais de São Paulo, com seu ar apressado e sério. E, ainda, as últimas duas viagens que tinha feiro pro Rio este ano não foram muito animadoras.

Mas eis que fui pra lá passar uma semana das minhas férias. Assisti o Alessandro Safina (foi um show ótimo), fui ao teatro e presenciei o casamento de uma grande amiga. Pela primeira vez, voltei pra casa com gostinho de "quero mais". Passei a viagem relembrando os dias no Rio e sentindo na pele a vontade de dar meia-volta e passar mais uns dias por lá.

Enfim, voltei pra casa com o estoque de energia renovado. Alimentei minha alma com momentos fantásticos, ao lado de pessoas maravilhosas.

Tudo de bom!

domingo, 8 de junho de 2008

A Noviça Rebelde no Rio de Janeiro



Poucas coisas na vida são melhores do que teatro musical. Ir andando até o teatro, então, é melhor ainda. Eis que então, ontem, dia 06/06/08, fomos assistir A Noviça Rebelde, em cartaz no Teatro Oi Casagrande, no Leblon, Rio de Janeiro.

Eu, como quase todo mundo, assisto o filme desde pequenininha. As músicas, sei de cor. A oportunidade de assistir, então, encenado, foi fantástica e imperdível. A começar pela Kiara Sasso, uma estrela por si só e fantástica em todos os sentidos. O elenco parece estar em sintonia, vê-se o bom relacionamento dos atores adultos com as crianças. É evidente a admiração das crianças pelos adultos e o carinho dos adultos pelas crianças.

A menina que fez a Gretl (a menorzinha), Karin Medeiros, eu queria levar pra casa. Que menina fofa! Uma bonequinha. Chaplin estava certo ao afirmar o perigo que é contracenar com crianças ou animais. Definitivamente roubam a cena.

No fim das contas, só duas críticas. 1) O Herson Capri (que faz o papel do Capitão Von Trapp) não canta. Dá pra ver que ele se esforça, o elenco se esforça, mas ele simplesmente não tem voz. 2) Algumas coisas precisam ser revistas na tradução. Não rola ouvir a música "I am sixteen, going on seventeen" com o cara dizendo que alguém vai acender o fogo dela. E uma fala, lá pelas tantas, que tem um contexto de pedofilia que é trash.

De resto, foi lindo. Destaque para o coral das freiras. Sensacional.

O show valeu cada centavo. Espero poder assistir mais uma vez!

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Mamãe


Este post é para a minha mãe. Porque da mãe dela já falei um bocado...e ontem foi o dia dela, da minha mãe, e de todas as mães do mundo.

Minha mãe brinca que teria economizado horrores se tivesse me incentivado a gostar de axé, música sertaneja, funk, etc. Com todo o respeito àqueles que gostam desses estilos musicais, afirmo que meu gosto é diferente. E, infelizmente, mais caro.

Não raro, quando eu ainda era adolescente, gastava dinheiro (normalmente da minha mãe) importando CDs pela internet (a internet chegou lá em casa cedo...em 1996). A revolução no meu gosto musical ocorreu dois anos antes, na minha viagem de 15 anos, que foi para Washington-DC e NY.

Em 1997 comecei a trabalhar como babá de um amiguinho da minha irmã e, mais tarde, com tradução e interpretação de textos. Não que tenha feito fortuna, mas deu para ajudar um pouco com as compras de CDs (alguns custando mais de US$ 40,00).

Isso sem contar nas viagens para ver peças e ídolos. E intermináveis ingressos de teatro, passagens, máquinas descartáveis, horas do lado de fora do teatro para pegar autógrafos, compras de souvenirs, etc. E minha mãe ali. O tempo todo ao meu lado, sempre apoiando as minhas pequenas (e grandes) loucuras, como a vez em que arrastei minha mãe, minha avó e minha irmã (que tinha 6 anos) para Londres (calma! Eu morava na França! Não foi tão caro assim!) para assistir à gravação de uma peça de teatro.

O engraçado é que acabei fazendo escola. Minha irmã, hoje adolescente, surrupia meus CDs preferidos, fica na porta do teatro com o programa em mãos, e fica se gabando de autógrafos de cantores que ela sabe que eu gosto (e que, ainda, não consegui ver ao vivo, mas ela sim).

E agora, anos depois, estou novamente com uma viagem programada para assistir um concerto. Desta vez, vai ser do Alessandro Safina, no Rio de Janeiro, dia 31/05/2008.

É claro que mamãe vai! Minha irmã (ainda) não confirmou!

domingo, 4 de maio de 2008

Decepções

Não posso mudar o passado
Não posso evitar o futuro
As decepções que vou vivendo, vão me ensinando...
Não adianta tentar
Nem insistir.

Não posso forçar ninguém
A ter a visão de mundo que tenho.
Não posso forçar uma pessoa
A gostar mais de mim do que ela gosta.
Não adianta lutar
O passado dói
E tudo acontece quando tem que acontecer.

Enquanto isso
Espero a raiva passar.
Os dias se confundem
Não sei mais qual é a data.
Sei apenas
Que tudo o que passou
Trouxe algo de bom...

E assim como tudo passa,
Essa dor também...
Passará.

terça-feira, 29 de abril de 2008

Serviço Público


As pessoas acham que o serviço público é aquela beleza. Uma tranqüilidade sem fim...Pensam que, ao passar no concurso público, acabou-se o verdadeiro "serviço". E que, na hora que quiserem/puderem, estando no seviço público federal, serão removidos para o local dos sonhos. Quem sabe uma praia paradisíaca onde se trabalha uma vez por semana, ou talvez numa pequena vila perto de Campos do Jordão.

Ledo engano.

Estou para conhecer uma pessoa concursada que fique à toa. Ou que tenha a remoção aprovada ao seu bel prazer (e não o da administração pública).

Vide o concurso que eu fiz. O concurso foi em Brasília. Os cargos eram para Brasília. A sede fica em Brasília.

Aí escuto gente choramingando que não consegue transferência para outras cidades ou para a cidade de origem.

Tenha a santa paciência.

O que a maior parte da população ainda não entendeu é que, apesar das vantagens do serviço público, a globalização já começou a surtir efeito. Se o Brasil não ficar competitivo, vai ficar para trás. Além disso, o próprio concurso já é uma competição. Uma seleção pelosmelhores. A Administração não está mais se dispondo (via de regra) a servir de cabide de empregos. Claro que ainda não trata os funcionários com a ferocidade da iniciativa privada, mas creio que a gente chega lá.

Essa história de Q.I. significando "quem indica" está acabando. Agora existe cumprimento de metas pesando na avaliação semestral e ponto eletrônico. Pasmem, há dois anos eu faço o relatório anual de receitas de onde trabalho. E é contabilizado cada centavo. E estamos batendo recordes de receita. E cortando servidores terceirizados.

Ou seja, a Administração, aos poucos, está cortando os gastos e aumentando os ganhos. E tem gente que pensava, ao fazer o concurso, que ia ser "moleza".

Moleza? Ha, ha, ha. Ok. É mais fácil do que trabalhar na iniciativa privada, confesso.

Já tem gente na gerência, literalemnte, "pedindo para sair". A qualquer custo. Inclusive ao custo de uma licença não remunerada.

Ainda me impressiona que tem gente reclamando que fez o concurso para Brasília e ficou em Brasília...

Ué...faz o concurso pra cidade que você quer!

O mundo é, cada dia mais, de quem faz por merecer.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Um outro texto....

Continuando com o assunto do post anterior, gostaria de dividir um outro texto que adoro, de uma jovem chamada Sarah Westphal, chamado "Quase", erroneamente atribuído a Veríssimo em muitos sites.

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QUASE (SARAH WESTPHAL)

Ainda pior que a convicção do Não e a incerteza do Talvez é a desilusão de um Quase. É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.

Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto!

A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na
indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz. A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.

Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.

Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.

O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.

Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance. Para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente a paciência, porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.

Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.

De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance!

Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando; porque embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.

domingo, 27 de abril de 2008

Sim, não ou talvez?


Depois de levar mais um fora monumental (algo que acontece com todo mundo), fiquei pensando em algo que ouvi: "pelo menos você tentou, você foi atrás."

Decidi que a pessoa tinha razão. Claro que se não tivesse investido, não teria me machucado, mas também não teria tido qualquer chance. Ficaria para sempre questionando o que poderia ter acontecido.

Dói levar um fora? Claro que dói. Mas vale a pena tentar o final feliz.

Quando somos adolescentes, temos medo do fora, temos medo até de contar para o garoto que senta na nossa frente que passamos a aula encantada pelo brilho dos fios de cabelo que ele ostenta. Que olhamos sua mão anotando a aula no caderno, que reparamos nos tênis que ele usa todos os dias. Ficamos mudas pois, imagina o "mico" levar o fora daquele menino tão lindo. E se ele contar para os amigos? Que vexame! E, às vezes, nem sabemos que ele fica enfeitiçado pelo cheiro do nosso perfume.

Mas o tempo nos dá um pouquinho de coragem. Claro que, no fundo, ainda temos um medo. Mas chega uma hora em que você se arrependeu já das tantas vezes que ficou calada. Da vez em que, por não tomar a iniciativa, ou por não dar a dica, ficou sem a pessoa que tanto queria. E teve vontade de bater a cabeça contra a parede. E ficou, por meses, pensando "e se..."

Hoje eu sei. Hoje eu sei, pelo menos, tentar. E levar o não com uma certa naturalidade. E levar a vida em frente.

Martha Medeiros tem uma crônica maravilhosa que fala que não se deve colecionar o "não". Que temos que focar no "sim" e o que importa é acreditarmos na nossa capacidade. O título do texto é "Quanto vale um sim". Vale a pena dar uma lida.

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Quanto vale um "sim"

Você consegue um bom emprego na hora que bem entender?

Você descola um amor do dia para a noite?

Se entrar num banco, sai de lá com um empréstimo sem burocracia?

Se você respondeu sim para todas estas perguntas, parabéns.

E fique atento para o horário de partida do seu disco voador, pois a qualquer momento você terá que voltar para o seu planeta.

Entre nós, terrestres, o sim é uma resposta rara. Na maioria das vezes, NÃO há vagas, NÃO querem editar nossos poemas, NÃO temos fiador, a garota NÃO quer ouvir uns discos na sua casa, o garoto NÃO quer usar camisinha e o guarda de trânsito NÃO foi com sua cara e vai multá-lo,sim senhor. NÃO está fácil pra ninguém.

Ao contrário do que possa parecer, esta não é uma visão pessimista da vida. As coisas são assim, dão certo e dão errado.

Pessimismo é acreditar que ouvir um não seja uma barreira para realizar nossos planos.

Tem gente que fica paralisado diante de um não. Nunca mais vai à luta.

Já o otimista resmunga um pouco e em seguida respira fundo e segue em frente.

Quando eu tinha 17 anos, mandei uns versos para um concurso de poesia. Não ganhei nem menção honrosa. Daí entreguei meus versos para o Mário Quintana avaliar. Ele não respondeu.

Neste meio tempo eu estava apaixonada por um cara que ignorava a minha existência.

Quando eu não estava pensando nele, fazia planos de morar sozinha, mas o meu estágio não era remunerado. Aí quis viajar para a Europa, mas não consegui entrar num programa de intercâmbio.

Surpreendentemente, não passou pela cabeça a idéia de me atirar embaixo de um caminhão.

Hoje tenho nove livros publicados (cinco deles de poesia), sou casada com o homem que amo, tenho a profissão dos sonhos e viajo uma vez por ano, e tudo isso sem ganhar na megasena, sem cirurgia plástica, sem pistolão ou pacto com o demônio. O segredo: cada não que eu recebi na vida entrou por um ouvido e saiu pelo outro. Não os colecionei. Não foram sobrevalorizados. Esperei, sem pressa, a hora do sim. O não é tão freqüente que chega a ser banal.

O não é inútil, serve só para fragilizar nossa auto-estima. Já o sim é transformador.

Sim muda a sua vida. SIM aceito casar com você. SIM, você foi selecionado. SIM, vamos patrocinar sua peça. SIM, a Ana Paula Arosio deu o número do celular dela.

Quando não há o que detenha você, as coisas começam a acontecer, sim.

(texto de Martha Medeiros)


quarta-feira, 16 de abril de 2008

Caso Isabella


Dizem os jornais que a polícia concluiu que foi o pai da Isabella quem a arremessou do 6° andar do prédio onde mora.

Independente de quem tenha sido, não consigo entender como uma pessoa qualquer tem coragem de fazer um mal tão grande a uma criança tão pequena.

Se, realmente, o pai estiver envolvido, a Isabella não será a primeira e nem a última vítima de um pai violento. Milhares de crianças sofrem nas mãos das pessoas que deveriam amá-las e protegê-las. E é isso que me assusta. Como alguém maltrata um filho? Uma criança indefesa? Como alguém, com tal personalidade, ainda tem outros filhos?

Tem horas que penso que deveria haver um exame psicotécnico para procriar...

domingo, 13 de abril de 2008

Um Presente Inesperado

Quiseram que eu apagasse este post. Problema de quem quis...


Hoje acordei com um lindo presente na minha caixa de e-mail. Um testemunho de um certo alguém. Durante um tempo, fomos namorados, mas não deu certo. Quando terminamos, a nossa amizade verdadeiramente floresceu. Ele foi uma pessoa que entrou para me ensinar e, talvez, eu a ele.

Eis o texto integral:

"Virginia é um diamante! É uma jóia rara, uma estrela de primeira grandeza! Não existe uma pessoa como a Virginia! Meiga, doce, carinhosa, atenciosa, esforçada, pura e, sobre tudo, boa! Boa de coração, de espírito de alma! Alguém que não tem igual! Claro que eu sei que cada pessoa é única mas a Virginia é mais que isso ela é alguém que meu coração tem certeza de que nunca encontrará a bondade, a doçura o carinho e a dedicação que encontrei nela. Eu sei que ela sempre estará presente em minha vida e mesmo após ela. E ela é alguém que eu quero assim! Sempre presente! E Quero fazer tudo que eu posso por ela! Tudo que eu já fiz parece tão pouco por alguém que merece tanto! Ela sempre vai ter meu carinho, minha atenção, minha fidelidade, meu amor, minha dedicação e o meu desejo de que tudo que é bom no universo vá para ela. Vi eu te amo! Beijos de alguém que sempre vai te querer bem!"

Um beijo para você. Saiba que sinto o mesmo e quero que nossa amizade seja eterna.
Sonhos...



As minhas amigas riem de mim...e eu tenho que rir junto. Como meus caros leitores já perceberam, estou numa fase cor-de-rosa, por assim dizer, acreditando no amor verdadeiro e em tudo o que ele representa. A música que estou ouvindo agora é "I'm Wishing", da Branca de Neve.

É difícil esconder quem você realmente é das pessoas que lhe conhecem há muitos anos. Para essas pessoas, na minha vida, eu continuo sendo a Alice, correndo atrás do coelho, esticando e encolhendo, conforme a situação e totalmente alheia às dificuldades do caminho. ''

A verdade é que, apesar dos pesares, continuo acreditando nas coisas boas da vida, na bondade do ser humano, na paz, no amor. Obviamente eu tenho meus momentos de ceticismo, mas são raros. Eles ocorrem quando eu quebro a cara, quando me decepciono com alguém, quando vejo pessoas más de verdade. Tudo muda quando vejo um casal passeando por entre as flores.

Talvez eu não tenha juízo, talvez eu não tenha aprendido com os meus erros, talvez eu deva, de fato, parar de sonhar tanto. Com tantos divórcios sendo peticionados diariamente, com tantos crimes cometidos dentro de casa, talvez fosse hora de aceitar o amargo sabor da derrota...talvez...

Mas quem sabe, se eu continuar acreditando, se eu continuar pedindo, rezando por um mundo melhor, quem sabe eu não servirei de exemplo para outras pessoas? Quem sabe, um dia, terei o meu conto de fadas? Quem sabe, um dia, o mundo aprenderá a amar?

Se sonhar não custa nada, por que, então, tantas pessoas pararam de sonhar? E se fosse ensinado nas escolas que nós somos o que nós escolhemos ser? Se eu estou plantando uma semente de esperança, quem sabe, um dia, alguém usufruirá da minúscula semente plantada? Quem sabe...

Por que não?

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Maitê Proença

Eu acho a Maitê Proença um luxo. Além de ser engraçadíssima, é uma excelente escritora, com histórias fantásticas e um estilo único.

Hoje li uma entrevista em que ela fala algo que eu concordo plenamente: "Tem males que vêm em benefício. Mas sou uma pessoa apaixonada, gosto de me apaixonar. E não aprendo que dói."

Maitê, querida, somos duas. Me apaixono muito e sempre e nunca aprendo. Quebro a cara sempre, na esperança de, um dia, surpreender-me. Dou de cara com o chão, com a porta, com a parede, levanto, e faço tudo de novo.

A vida sem paixão é como a comida sem sal. Não tem graça, não tem gosto. E quando a paixão cresce, amadurece, e vira amor, aí é como um lindo dia de sol. Fica tudo lindo, iluminado e não percebemos mais as sombras da vida.

Também, assim como ela fala na entrevista, eu me jogo sobre as coisas. Acho um desperdício viver na sombra, viver de uma forma morna. Já vivi assim e não recomendo. Não que eu seja adepta de fortes emoções, mas acho que a vida tem que ser vivida e viver quer dizer amar, sofrer, chorar, sorrir...mas, sobretudo, amar.
Um Novo Vício



Um amigo meu me indicou (e eu adorei) o cantor Alessandro Safina. É um tenor italiano maravilhoso. Das músicas que ouvi até agora, as minhas preferidas são Luna e Insieme a Te. Que voz linda! Que músicas maravilhosas!

Agora estou procurando o DVD dele para comprar. Não é nada fácil. Até agora, só em sites europeus.

Quem tiver a oportunidade, confira essa maravilha da música. A voz dele consegue ser suave e marcante, sensível e forte e parece penetrar na alma. Mesmo para quem não entende italiano, a música emociona.

Não sei se ele já veio ao Brasil fazer algum show...mas se ele vier, eu vou assistir.
Senhor(a) Anônimo(a)....


Tenho recebido comentários anônimos em referência aos meus posts. São comentários carinhosos e pertinentes, por isso tenho publicado cada um que aparece.

Entretanto, estou curiosa em relação a esse leitor assíduo e gostaria que se identifique.

Agradeço a todos os que acompanham meu blog!

Abraços carinhosos!

domingo, 6 de abril de 2008

Sonhos


A habilidade de sonhar acordado começa na infância, com os primeiros brinquedos, como blocos de montar super-gigantes. Sonhamos com tudo, a vida, na infância é um sonho em si, com um universo inteiro de cores, texturas, sons, aromas, sabores, a ser desvendado. Há um mundo de possibilidades para nós. Tudo, absolutamente tudo, pode acontecer dali em diante.

Quando somos crianças, podemos ser médicos, advogados, astronautas, engenheiros, jornalistas, cantores, dançarinos, atores, viajar o mundo num barquinho de papel ou no rabo de uma pipa. Nem o céu impõe limites. Somos imortais, pois não temos, ainda, idéia da morte. Mudamos de sonhos com a freqüência que mudamos de roupa. E sonhamos com tudo! Até mesmo um prato de brigadeiro só pra gente, ou uma travessa de bolo saída do forno.

Impossível não existe aos 5 ou 6 anos. É uma palavra tão desconhecida quanto infinito. Os sonhos vão multiplicando com o número de amiguinhos presentes. E cada dia é uma nova descoberta. Sentimo-nos o centro do mundo.

Talvez haja uma certa maravilha na ignorância, como diz o ditado "ignorance is bliss" (ou, a ignorância é felicidade, numa tradução livre). Conforme vamos crescendo, as oportunidades parecem ser filtradas. Somos encaminhados ou vamos caminhando para um destino mais concreto e menos utópico.

Na adolescência vem o turbilhão de emoções. Além da alteração nos hormônios e no próprio corpo, é mais ou menos por aí que encontramos os primeiros obstáculos e as primeiras decepções. Já sabemos que não somos imortais e já enfrentamos bastante dor. Ainda há, na adolescência, o vestibular, a escolha da profissão. Não podemos mais ser astronauta na segunda, cantor na terça, médico na quarta, engenheiro na quinta e ator na sexta. Temos que escolher que caminho trilhar dali para frente.

Na faculdade começamos a ser tratados como adultos. Muitas vezes, quando surgem as dúvidas, sequer temos a quem recorrer. Não há manual de sobrevivência e, dificilmente, amigos de infância em quem se apoiar. Não sabemos, ainda, quais livros são bons e quais são ruins. Não sabemos em quem contar. Há uma centena de pessoas nas salas, corredores, bibliotecas e ninguém parece ter tempo para ajudar o "calouro".

Não somos mais o centro do mundo.

A vida está mais difícil e mais sem sentido. Crises de identidade, depressão, tudo faz parte. Sentimo-nos inadequados para tudo isso. Mais decepções estão no horizonte. Às vezes tudo parece dar errado.

A vida adulta não é mais fácil. Estágio, primeiro emprego, processo seletivo, concurso. Uma infinidade de novas palavras que, quando crianças, nem vislumbrávamos a existência. O imposto, tão certo quanto a própria morte.

Quando menos esperamos, perdemos a capacidade de sonhar. Os planos para o futuro limitam-se a um plano de aposentadoria e a poupança para as férias. As responsabilidades, cobranças sufocam até nossos pensamentos.

De repente temos a impressão que caímos na vida de outra pessoa. Não é possível que a criança despreocupada tenha virado essa pessoa. Aliás, não reconhecemos nossas faces no espelho. Aqueles fios brancos, aquelas rugas só podem ter aparecido durante a noite. E cadê a vida que imaginávamos? Aonde foram parar todos aqueles sonhos?

Se conseguirmos, então, parar, podemos ver que o futuro ainda permanece em branco. Que não é tarde para sonhar e que a vida pode ser diferente. Ainda podemos reinventar os sonhos, ainda que não possamos mais ser astronautas. Mas podemos jogar fora todas as nossas mágoas de decepções passadas e tentar novamente. Um novo vestibular, um novo amor, uma nova chance. Podemos, inclusive, buscar o perdão de erros passados e cometer novos erros.

E, assim, podemos alterar o rumo da nossa história.


quinta-feira, 3 de abril de 2008

Jumento não é, Jumento não é...



Às vezes eu acho que as melhores pessoas são as maiores vítimas de patadas. É incrível, você é gentil, atenciosa, amigável e, do nada, leva um coice. Ou uma patada. Tanto faz. E dói.

Seu "Feliz Páscoa" no msn é retrucado com um "olha, estou ocupado, desculpa", sendo que um "pra vc tb" ocuparia bem menos espaço e seriam menos letras para digitar.

Lembro que, certo dia, ao chegar na escola (ainda no primeiro grau), dei bom dia ao professor, que já estava na sala de aula. A resposta: "bom dia por quê?"

Desculpa por eu existir. Tudo bem que, aí, foi uma piada. Mas não deixou de ser marcante na minha vida. Acho que me mostrou que ainda viriam muitas patadas na minha vida. E cada dia vem uma nova, sempre me ensinando que, por melhores que sejam suas intenções, sempre tem um idiota no meio do caminho para estragar o seu dia.

O pior é quando você, pobre pessoa gentil, precisa de ajuda, ou quer desabafar. Aí complica de vez. Ainda mais se o assunto é ex. Você desabafa, baixinho, dizendo q viu Fulano no shopping, virou as costas e mudou seu rumo e o coração apertou, para receber como resposta um "mas você é idiota? Por que ainda gosta daquele imbecil."

Mais uma vez, desculpa por eu existir.

Ultimamente, não sei bem porquê, tenho recebido patadas de todos os lados. Daqui a pouco eu canso de tentar me explicar e mando todo mundo para o inferno. Ou melhor, mando meu amigo diplomata mandar todos para o inferno. Assim as pessoas vão querer comprar a passagem.

"Vendo viagem para um local de clima tropical, calor todos os dias por ano. Noites agitadas e mulheres calientes. Diversão garatida todos os dias da semana. Ninguém se importa em ganhar chifres. Entre em contato com seu agente de viagens."

É. Tá quase bom. Meu amigo conseguirá incrementar o anúncio.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Tempo


O tempo pode ser nosso maior inimigo ou nosso maior aliado. Quantos problemas não são resolvidos por ele? Quantas vezes não conseguimos resolver um problema que o tempo se encarrega de resolver? Quantas paixões platônicas não são "curadas" pelo tempo? E quantas rugas não ganhamos no mesmo período.

Dar tempo ao tempo quer dizer, muitas vezes, desistir, ainda que temporariamente, de um projeto, de uma paixão, de uma vontade. Dar tempo ao tempo para crescer, mudar, modificar uma situação.
Quando tudo parece perdido, tento esperar. A espera, muitas vezes, cansa. Nem sempre traz o resultado desejado, mas quase sempre modifica a situação. Além do mais, nada como uma noite bem dormida para conseguir ver tudo com outros olhos.

Agora é tempo de espera. De saber o momento certo de plantar a semente para colhê-la mais tarde. Se vai vingar ou não, só o tempo para dizer.

sábado, 29 de março de 2008

Minhas Verdades

Amor, se acaba, não é amor.
Amizade, quando acaba, não é amizade.
Respeito, quando se perde, não se reconstrói.
Confiança, se é quebrada, não tem volta.
Paixão é fogo que deve ser alimentado.
O que vale a pena, não é fácil conseguir.
Nunca paramos de aprender.
O que é verdade para mim, pode não ser para você.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Com o Tempo

Conforme vamos envelhecendo, percebemos que o importante é estarmos cercados de pessoas que, verdadeiramente, gostam da gente. Damos valor àqueles que procuram estar do nosso lado nos momentos mais delicados. Aprendemos a dar valor a quem realmente merece valor.

As pessoas que passam pelo nosso caminho são únicas, diferentes... A novidade às vezes encanta, fascina, mas não dura. A realidade do dia a dia nos mostra quem é quem e quem será nosso ombro amigo nas adversidades da vida e nosso fã torcedor nos momentos de alegria.

Dizem que os amigos, os verdadeiros amigos, são os irmãos que nós escolhemos. É uma daquelas verdades que reconhecemos com o tempo. A distinção vai se formando com os anos; quem são os nossos melhores amigos, nossos bons amigos, nossos amigos e quem são apenas conhecidos.

Eu tenho a impressão, hoje, de que cansei de brigar e cansei de procurar. Já fui atacada e boa de briga, hoje eu quero mais é minha paz e meus momentos com as pessoas que gosto. Não quero mais discutir, nem ter desentendimentos (apesar de saber que tudo isso faz parte da vida). Quero apenas dividir momentos significativos com pessoas que significam alguma coisa na minha vida.

Quero conversar deitada na cama, falar sobre a vida, sobre os erros e os acertos, assistir filme "de menina", rindo como criança. Quero passear no shopping e chorar no colo da minha melhor amiga, contando sobre a última decepção da vida, ou sobre os sonhos que não podem mais ser concretizados.

Mas, no fundo, quero levar a vida leve.

Já tem coisa demais para eu me preocupar.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Sapo é Sapo e Príncipe é Príncipe...



E os dois não se confundem.

Os sapos ficam na lagoa, felizes de serem sapos, de estarem sozinhos, sem compromisso, livres e saltitantes.

Os príncipes ficam em seus castelos e são movidos pela constante insatisfação com o mundo que os cerca. Não são conformistas.

E, se você encontra um príncipe na lagoa, pode ter certeza que ele está ali temporariamente. Não é lá o seu lugar. Ele estará lá para se refrescar, apenas por aqueles momentos. Logo voltará para o seu castelo e continuará na sua luta por um mundo melhor.

Então, donzela, se você sai beijando sapos na esperança de que um se torne príncipe, desista. Príncipes não estão dando sopa, muito menos na lagoa (terra de sapos). Melhor partir para outra.
Se engana quem pensa que príncipes não trabalham. Príncipes estudam, trabalham, lutam (vide o Príncipe Harry) e, vez ou outra, se divertem. Às vezes na lagoa. Mas, príncipe que é príncipe nasce assim.

A verdade é que sapos são sapos e príncipes são príncipes.

E você só muda quem quer ser mudado.

sábado, 8 de março de 2008

Enchanted


Ontem assisti ao filme mais lindo, fofo e meigo da década. Enchanted.

Sem fazer spoiler, posso dizer que é uma história para adultos, que devolve a magia do mundo infantil. Claro que, como todo bom filme da Disney, pode ser assistido por crianças e adultos. Mas é como o livro "O Pequeno Príncipe". Você só entende mesmo quando cresce.

O Dr. McDreamy, ops, Patrick Dempsey, está impagável no filme. Fantástico. Acho que só ele para fazer aquela carinha de apaixonado que derrete o coração de qualquer mulher. O dia em que um homem me olhar daquele jeito eu apaixono.

Enfim, o filme serviu para fazer renascer a minha esperança na vida, no amor, em tudo. Mas, principalmente, no amor.

De resto, o final de semana foi (ou está sendo) tranqüilo.

Um ótimo domingo e uma semana maravilhosamente encantadora para todos vocês. :)

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Hoje Saí Mais Cedo


Meu chefe é ótimo...correto, ético, justo. E pontual. E exige a pontualidade de todo mundo. Todos. Chega a ser enervante. Não adianta pedir. Exceto em caso de doença (com atestado médico, não adianta ser só dor de barriga), 8-12 e 14-18. E fim de papo.

Mas eu sou uma boa funcionária. Faço meu trabalho direitinho, cumpro as ordens e metas estabelecidas, chego cedo, saio ao meio dia, volto às duas, saio às seis. Faço meu trabalho direitinho e navego na internet no tempo livre.

Mas hoje estava acabada. Eram 17h e o tempo parecia não passar. A semana foi puxada, um monte de abacaxis caíram na minha mão e eu já estava saturada de tudo aquilo. Quando eis que meu chefe entra na sala.

Eu olho pra ele e solto um "libera a gente mais cedo hoje, libera?". Ele olha pra mim e fala...

- Pode ir!

Não pensei duas vezes. Juntei minhas coisas, desliguei o computador e saí correndo, antes que ele falasse que era brincadeira ou arrumasse alguma coisa para eu fazer (aliás, ele é mestre em achar algo pra gente fazer às 17h30 da sexta-feira).

Teve gosto de liberdade, de sair mais cedo da escola, de chuva na hora de dormir.

A vida pode ser tão boa!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Viver em Sociedade


Os terapeutas dizem que precisamos aprender a viver sozinhos. Que precisamos tomar as rédeas das nossas vidas e não depender de outra pessoa emocionalmente. Tudo isso é lógico e bem interessante. Afinal, quem não gostaria de conhecer essa pessoa, independente, segura de si, dona do próprio nariz? Aquela pessoa que não se abala quando o namorado deixa, o chefe briga, ou a filha some da escola?

As pessoas devem ser calmas, equilibradas, centradas. Todos os problemas podem ser resolvidos de forma pacífica e racional. Ok.

Aí eu me pego pensando...Cadê a graça disso? Aliás, quero ver a mãe que conversa pacificamente com a diretora da escola quando não encontra a filha dela de três anos que deveria estar na frente da sala Y na hora da saída. Foi uma confusão de nomes, tudo muito bem explicado. Mas quero ver quem fica equilibrado nessa hora.

E quando se está apaixonado é ainda pior. Você deve tomar conta das suas emoções e não o contrário. Às favas com isso, quando ele te pega pela cintura e dá um beijo na sua nuca. Vai ter calma como?

Bom mesmo é rir, andar de mãos dadas, esquecer a dieta e pedir um super sundae. É saber ainda brincar e não levar a vida tão a sério.

Acho que ser feliz é saber a hora de deixar as emoções tomarem conta de você e a hora de tomar conta das emoções...

E quem consegue controlar isso, parabéns.

Eu ainda estou aprendendo!
HOJE


Ganhei hoje, talvez, o presente mais lindo e fofo que já recebi em toda a minha vida. Dois ursinhos abraçando um vaso de flores. A coisa mais linda que foto nenhuma fará justiça. Ainda assim, merece ser mostrado!

Estive triste por uns dias, por vários motivos, mas descobri que a melhor cura para depressão são amigos queridos. Aqueles que vão na sua casa, levam seu sorvete preferido, que cuidam de você.

Todos nós, acho, temos esses momentos, em que precisamos de cuidados, de carinho. Que todos encontrem ao menos um amigo tão maravilhoso como os que eu tenho...que até fazem mimos e postam em blogs para alegrar-me.

Hoje tive um dia perfeito. Um estresse só no trabalho, mas, ao tempo todo, um amigo para me animar. =)

Que papai do céu abençoe cada um de vocês!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Este Final de Semana


Joguei tudo fora. As fotos, as juras de amor. Derreti as jóias que me deu. Os CDs que gravou pra mim. Doei os livros que você deixou e quase incediei a casa tentando queimar as cartas que escrevi e não mandei. Apaguei seus emails e os meus. Bloqueei você dos meus contatos. Fiz de você um fantasma, que deve bem ficar no vale dos mortos.

Por agora chega. Não quero mais reler suas juras vazias, ver suas fotos com sorriso vazio e suas cartas em papéis amarelados. Não quero mais isso para mim.

Quero um sonho novo, diferente, de uma pessoa que não me engane a cada palavra, que não me esconda cada sentimento, e que, por fim, não me chore lágrimas de crocodilo ao sair.

Você foi tarde.